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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Sebastian Bach em: A arte do Grito em 5 lições básicas…

 O site Fuse TV trouxe nessa primeira semana de 2012 um novo vídeo do ‘screamanSebastian Bach (eternamente reconhecido como o vocalista da banda Skid Row (apesar de não ser mais a algum tempo)) em um episódio hilário onde o frontman ensina em 5 lições – baseado em músicas que cantou ao longo da carreira – como metalheads in the world devem soltar todo seu potencial estridente no Hard Rock.

Tem, claro, o famoso “Grito Vindo dos Bagos” – que eu sempre suspeitei ser a origem de tamanha estridência – até o “Grito de Gran Finale“.

Você pode tomar as lições e tentar aí, mas o “Vindo dos bagos”  eu não recomendo caso pretenda ter prole nos próximos anos.

Fonte: Lokaos Rock Show via Whiplash.

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Entrevistas com os integrantes do Pink Floyd…

Tirado direto do site oficial do Pink Floyd, um player contendo entrevistas exclusivas com David Gilmour, Nick MasonRoger Waters e os comentários do falecido Rick Wright.(inglês)

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Vibração – Som visível…

Uma obra de arte que faz você ”ver” sons em uma plataforma de metal.

Este filme foi gravado durante a sessão de fotos para a revista “Otona no Kagaku  Kids (Revista de Ciências japonesa).
Funciona como um Caleidoscópio de emissão do som.
Desempenho da arte pelo artista plástico japonês Kenichi Kanazawa, que sublimou o método de fazer sons visíveis, inventado por Ernst Chladni - um físico alemão do século 18-19.

Depois de colocar quatro cores areia em uma plataforma de metal, ele esfrega a superfície com uma bola de borracha acoplado à extremidade da vara de metal para gerar a vibração. O nome científico desse processo chama-se Cimática.

Cimática é o estudo das ondas. Está associado aos padrões físicos produzidos pela interação de ondas sonoras em um meio. Um experimento simples demonstrando a visualização da cimática pode ser feito espalhando areia sobre um disco de metal e fazendo-o vibrar. Por exemplo, passando um arco de violino na borda do disco a areia se organizará em padrões de onda estacionária como simples círculos concêntricos. Quanto mais alta a frequência, mais complexas as formas produzidas, sendo certas formas similares às mandalas tradicionais.

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Versão tupiniquim de HAIR, por Charles Möeller e Claudio Botelho…

Mais de 40 anos se passaram desde a estreia de ‘Hair’ na Broadway. Ao retratar o nascimento do movimento cultural e comportamental dos anos 60 e 70, o musical se tornou um fenômeno e marcou época, tanto no exterior como em uma lendária versão nacional.

Em plena Guerra do Vietnã, o mundo conhecia as dores e as delícias de uma época sui generis: o amor livre, o rock psicodélico, a filosofia oriental, a descoberta de drogas como o LSD e o estilo de vida dos hippies. Por outro lado, assistia ao primeiro conflito internacional televisionado e se indignava com os horrores da segregação racial e sexual. Neste caldeirão de acontecimentos, ‘Hair’ estreava em um pequeno teatro off-Broadway, em 1967. Não precisou de muito tempo para se tornar um fenômeno, migrar para o circuito principal e se propagar em dezenas de montagens ao redor do planeta.

A partir de 13 de janeiro a 29 de abril no Teatro Frei Caneca, o público paulistano poderá conferir a temporada 2012 da montagem de Charles Möeller e Claudio Botelho para o espetáculo ‘HAIR, com música de Galt MacDermot e texto de James Rado e Jerome Ragni.

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6º Ano Pterodactilos MC

Minha amiga Aninha Dragões da Noite, e ‘Joey Ramone’, na festa dos meus irmãozinhos do Pterodactilos MC. (+fotos)
Tigrão Banda Carenagem tocando e me entra o cara, sozinho, numa pista de rock (pouca iluminação)…

Se estou num dos meus melhores dias de COLT45 junto com Nane Rodrigues tomando conhaque no bico, pensaria: “Karaaaalho, a festa ta fodástica mesmo! Veio gente do além…”. Como não bebi, pensei: “Karaaaalho, muito parecido mesmo…!”

#naoleveiafotografica

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Brian Setzer e seu instru-MENTAL…

Você se lembra de Brian Setzer?

Mais conhecido por sua liderança à frente da popular banda de rockabilly Stray Cats na década de 80 e pela canção que o tornou popular no filme La Bamba de 1987 – Summertime Blues – (interpretando  Eddie Cochran) e da Brian Setzer Orchestra na década de 90.

Pois ele está de volta com um novo trabalho intitulado ”Setzer goes instru-MENTAL!“, trabalho esse que a princípio teria músicas com letras mas, devido ao rumo que tomou e a escolha do próprio músico, este é seu primeiro projeto instrumental.
Vale uma visita ao site do cara pra ouvir “Blue Moon Of Kentucky” na própria página.

Brian Setzer – Setzer goes instru-MENTAL – Go Go Godzilla.

O pessoal do Território da Música fez um release sobre o novo CD, que segue na íntegra:

Divertido. Essa é a palavra que define “Setzer goes instru-MENTAL!“, novo disco do guitarrista Brian Setzer, eterno ex-Stray Cats. O ouvinte não vai encontrar novidades em “Setzer goes instru-MENTAL!”, mas vai ouvir o bom e velho Rockabilly mergulhado nos anos 1950, típico do músico.

O disco, como indica o título, é totalmente instrumental, mas Setzer garante que sua idéia inicial não era fazer um álbum nesse formato: “Eu cheguei a escrever letras para sete canções“, conta o músico no release do disco. A única canção com alguma voz é “Far Noir East“, e ainda assim não há letra.

No final das contas, Setzer achou que as canções soavam melhores sem letras nem vocais: “Eu nunca tinha feito um disco instrumental, então pensei ‘agora é a hora‘” completou o músico.

Ao rock, “Setzer goes instru-MENTAL!” traz misturados elementos do country, do bluegrass e do jazz. Tanto canções diretas como “Go Go Godzilla” quanto as mais viajantes – “Intermission” ou “Lonesome Road” – são belas composições. Um dos pontos altos do disco é “Hillbilly Jazz Meltdown”. Vale mencionar também “Earl’s Breakdown”, versão da canção de Earl Scruggs, banjoísta norte-americano na ativa desde a década de 1940. Nela, Brian Setzer toca banjo, obviamente. “Blue Moon Of Kentucky” também é uma versão – a original é de Bill Monroe.

Apenas o baixista Johnny Hatton e o baterista Noah Levy acompanham o guitarrista no álbum. Desse modo, o disco soa direto, sem firulas, mas não exatamente simples, já que a música é rica e colorida pelas diversas influências de Setzer. “Setzer goes instru-MENTAL!” é um grande disco, despretensioso e cativante, de um músico que não precisa provar nada a ninguém.

01. Blue Moon Of Kentucky
02. Cherokee
03. Be-Bop-A-Lula
04. Earl’s Breakdown
05. Far Noir East
06. Intermission
07. Go Go Godzilla
08. Lonesome Road
09. Hillbilly Jazz Meltdown
10. Hot Love
11. Pickpocket
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A música do dia do seu nascimento…

Qual era a música que estava no topo das rádios no dia em que você nasceu?

O site This Day In Music responde essa pergunta.

Você pode consultar a data nas paradas musicais australiana, inglesa e americana, entre 1946 e os dias atuais.
Algumas músicas estão disponíveis para ouvir on-line.

Na data do meu nascimento era Sir. Paul McCartney & Wings com a música My Love.

Clica aqui e descobre a sua.

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