Archive for the ‘Curiosidades’ Category
Sebastian Bach em: A arte do Grito em 5 lições básicas…

O site Fuse TV trouxe nessa primeira semana de 2012 um novo vídeo do ‘screaman‘ Sebastian Bach (eternamente reconhecido como o vocalista da banda Skid Row (apesar de não ser mais a algum tempo)) em um episódio hilário onde o frontman ensina em 5 lições – baseado em músicas que cantou ao longo da carreira – como metalheads in the world devem soltar todo seu potencial estridente no Hard Rock.
Tem, claro, o famoso “Grito Vindo dos Bagos” – que eu sempre suspeitei ser a origem de tamanha estridência – até o “Grito de Gran Finale“.
Você pode tomar as lições e tentar aí, mas o “Vindo dos bagos” eu não recomendo caso pretenda ter prole nos próximos anos.
Fonte: Lokaos Rock Show via Whiplash.
Rock + Design = A Arte do Rock…
Uma leitura para encher os olhos: A Arte do Rock - Imagens que Marcaram a Era Clássica do Rock, do historiador norte-americano Paul Grushkin prefaciado pela “tia” Alice Cooper, é um livro que mergulha profundo nas ações de marketing de oito ícones imortais do rock mundial: The Rolling Stones, Pink Floyd, The Who, Led Zeppelin, David Bowie, Alice Cooper, Elton John e Queen.
Selecionadas da coleção do produtor Rob Roth, as artes gráficas – “coisas incríveis do rock” como ele as chama – trazem as décadas de 70, 80 e 90, esmiúçadas em capas de álbuns, cartazes de turnês, crachás de bastidores…
Ainda que muitos dos álbuns não tenham sido um sucesso absoluto de crítica e vendagem, o merchandising quase sempre foi infalível – principalmente nos casos de Bowie e Cooper (que usavam muito da criatividade artística).
Você pode até pensar que A Arte do Rock é apenas mais um livro contando a história do rock, porém o ponto forte deste é justamente não se deter na biografia das bandas e mostrar como a arte (através do design) este envolta nas ações de marketing e fixação de suas marcas.
Obra referencial para entender como o marketing, a partir dos anos 70, tornou-se inseparável peça de promoção do gênero. Os tempos digitais democratizaram a música, mas a engenhosidade dada ao tratamento gráfico de outrora foi deletada para sempre. Revista Rolling Stone
Veja algumas imagens em: ISTO É
A ARTE DO ROCK
Autor: Paul Grushkin
Editora: Companhia Editora Nacional
Sobre o autor
Paul Grushkin, um dos principais historiadores de rock dos Estados Unidos, é autor de cinco best-sellers na área: Grateful Dead (1983); The Art of Rock: Posters from Presley to Punk (1987); Treasures of the Hard Rock Cafe (2001); Art of Modern Rock: The Poster Explosion (2004) e Rockin’ Down the Highway: The Cars and People That Made Rock Roll (2006). É formado pela Universidade de Stanford e vive em São Francisco, EUA.
ISBN: 8504017273
ISBN-13: 9788504017274
Idioma: Livro em português
Encadernação: Encadernado
Dimensão: 28 x 31 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 256
Vibração – Som visível…
Uma obra de arte que faz você ”ver” sons em uma plataforma de metal.
Este filme foi gravado durante a sessão de fotos para a revista “Otona no Kagaku Kids (Revista de Ciências japonesa).
Funciona como um Caleidoscópio de emissão do som.
Desempenho da arte pelo artista plástico japonês Kenichi Kanazawa, que sublimou o método de fazer sons visíveis, inventado por Ernst Chladni - um físico alemão do século 18-19.
Depois de colocar quatro cores areia em uma plataforma de metal, ele esfrega a superfície com uma bola de borracha acoplado à extremidade da vara de metal para gerar a vibração. O nome científico desse processo chama-se Cimática.
Cimática é o estudo das ondas. Está associado aos padrões físicos produzidos pela interação de ondas sonoras em um meio. Um experimento simples demonstrando a visualização da cimática pode ser feito espalhando areia sobre um disco de metal e fazendo-o vibrar. Por exemplo, passando um arco de violino na borda do disco a areia se organizará em padrões de onda estacionária como simples círculos concêntricos. Quanto mais alta a frequência, mais complexas as formas produzidas, sendo certas formas similares às mandalas tradicionais.
A importância do som…
A famosa tortura chinesa das gotas d’água sobre a cabeça pode parecer dos males da tortura o menor, mas não se engane. Não é apenas a sensação de estar molhado (horas ou até mesmo dias depois) que incomoda mas, principalmente, o barulho da gota sobre a cabeça do torturado que poderá levá-lo à loucura. Mais ou menos como algumas pessoas se sentem ao ouvir o jingle “Poneis Malditos” ou alguma canção da banda Calypso.
Propagandas que marcaram época e fizeram história (não apenas à nivel de premiação publicitária) em sua maioria continham (em sua essência) ótimas frases de impacto (considerando também mensagens subliminares ou nem tanto como: COMPRE BATON – COMPRE BATON…) e uma trilha sonora ’grudenta’ ou matadora.
Em muitos casos a trilha sonora sobrepõe em tamanho extraordinário a propaganda e cai no gosto popular tornando-se o meio mais forte de empatia com uma marca ou produto, a nível de se tornar mais forte que a mensagem publicitária ainda que arremetendo nossa lembrança à propaganda em si. Se pararmos pra pensar, algumas destas não seriam nada sem aquele ” jingle chiclete ” (que provavelmente funcionaria bem em spots de rádio) ou canções que reforçassem a idéia.
** Shaggy que estourou no Brasil na década de 90 com Mr. Boombastic, muito devido a essa propaganda da Levis.
Muitas propagandas inteligentes são criadas a cada ano, note: as que marcam e se tornam memoráveis por mais tempo – até mesmo filmes - em sua maioria tem uma boa/marcante/grudenta trilha sonora.
Há um pouco de música em tudo.
Mesmo no som de uma caixa de madeira, ao batuque em latas, no tamborilar dos dedos sobre uma superfície ou no tique taque do relógio. Já vimos percussionistas fazendo miséria com madeiras, latas, caixas e o escambau.
Reforçar o visual com o auditivo é ampliar a área de alcance de uma mensagem, mesmo porque existem pessoas com registros predominantes nestas áreas: visual, auditivo ou cinestésico (faça o teste aqui e descubra a sua!) além de dar ‘brilho’ e emoção à peça.
Tente imaginar esta propaganda sem a trilha sonora:
O minidocumentário Qual a Importância do Som, foi feito pelo SoundCloud com diversas opiniões, inclusive de especialistas, criado para demonstrar como é tão importante o som em nossas vidas.
“We love sound. Hear from sound experts and friends of SoundCloud why sound is so important to the way we connect with the world.”
“Sound” from SoundCloud on Vimeo.
E para você?
Qual a importância de uma boa trilha sonora?
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6º Ano Pterodactilos MC
Minha amiga Aninha Dragões da Noite, e ‘Joey Ramone’, na festa dos meus irmãozinhos do Pterodactilos MC. (+fotos)
Tigrão Banda Carenagem tocando e me entra o cara, sozinho, numa pista de rock (pouca iluminação)…
Se estou num dos meus melhores dias de COLT45 junto com Nane Rodrigues tomando conhaque no bico, pensaria: “Karaaaalho, a festa ta fodástica mesmo! Veio gente do além…”. Como não bebi, pensei: “Karaaaalho, muito parecido mesmo…!”
#naoleveiafotografica
O futuro do design de interação…
Preparado para o futuro?
Um vídeo muito bem feito, que nos apresenta um futuro não tão distante assim…
“The Future of Interaction Design”, é um vídeo divulgado no site pessoal do talentoso Bret Victor, que já passou por diversas empresas, inclusive a Apple, mostrando um mundo futurista, onde o design de interação (“DxI”) está presente em tudo.
Segundo palavras do próprio Bret: ” Eu acho as mãos fantásticas! Mãos fazem duas coisas ao mesmo tempo. São dois órgãos absolutamente incríveis, e você pode contar com elas a cada momento do dia, e os conceitos de interação mais futuros não podem ignorar completamente as duas. Mãos sentem as coisas, e as mãos manipulam as coisas.”
Visite o site: A Brief Rant on The Future of Interaction Design.
Design de interação é uma área do design especializada no projeto de artefatos interativos, como websites, PDAs, jogos eletrônicos e softwares. O foco do Design de Interação são as relações humanas tecidas através dos artefatos interativos, que funcionam também como meios de comunicação interpessoal.
Autores e profissionais da área referem-se a este por meio dos acrônimos “iD” ou “IxD” (do inglês interaction design) ou “DxI” (do português, Design de Interação).
O design de interação tornou-se motivo de estudos em grandes universidades dos Estados Unidos da América, como o MIT, a Carnegie Mellon University, a Savannah college of art and design, o Institudo Ivrea de design de interação, a Universidade de Iorque e o Royal College of Art. No Brasil, temos a pós-graduação homônima oferecida pela PUC Minas (Belo Horizonte – MG), Instituto Faber-Ludens de Design de Interação (Curitiba – PR) e Universidade Positivo (Curitiba – PR).
E cada vez que vejo um desses vídeos fico excitadíssimo com a ideia. Esperando poder vê-las (tocá-las) no meu dia a dia.
E você? Isso te assusta ou acredita que será um mundo muito melhor?
The Smiths – Histórias em quadrinhos inspirados nas canções da banda – Conheça ‘Unite and Take Over’…
Será lançada em novembro, nos Estados Unidos, uma compilação de histórias em quadrinhos baseadas em canções da banda inglesa The Smiths.
O conceito para Unite e Take Over: Comic Stories é muito simples. Que história ocorre em sua cabeça quando você ouve sua música favorita da banda The Smiths?
Alguns colegas criadores de quadrinhos juntaram-se para criar histórias de 4 à 8 páginas inspirados por suas canções favoritas da banda.
“A música funciona como uma inspiração, faz saltar para fora o tema ou humor para a história. Cada história varia de estilo e gênero’ comenta Shawn Demumbrum o criador da idéia.
“Como um adolescente nos anos 1980, uma das minhas trilhas sonoras favoritas era do filme ‘A Garota de Rosa Shocking’. Eu costumava tocar a fita centenas de vezes no meu Walkman. Havia sempre algo com ‘Please Please Please Let Me Get What I Want’, dos Smiths. E isso tocou em minha psique adolescente, uma combinação de solidão e otimismo, que apenas os vocais de Morrissey parecem capturar”, disse Demumbrum ao “The Guardian” (Jornal Britânico).
Atualmente, ele procura financiar o projeto pelo site de crowdfunding Kickstarter, e espera levantar US$ 3 mil até setembro, para que o projeto seja publicado em novembro. Até a publicação deste post, ele já havia arrecadado US$ $3,451…





